i. Medicina da Dor · João Pessoa/PB

A dor limita.
O cuidado certo
liberta.

Quando a dor crônica começa a mandar na sua rotina. Intervir na origem da dor é o primeiro passo para você voltar a comandar o seu dia.

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Formação

USP/RP · Einstein · UFPB

CRM/PB 9544

RQE 5367 / 6295

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Mapeamento da dor

O que a dor crônica já mudou na sua vida?

Aos poucos, a dor crônica passa a decidir o que cabe ou não no seu dia. Você evita uma viagem, reduz o treino, dorme mal, cancela compromissos, deixa de sair com a família e passa o dia calculando se o corpo vai dar conta.

Por isso, antes de qualquer tratamento, o primeiro passo é entender de onde a dor pode estar vindo e quanto ela já está limitando sua vida.

i.Tempo de dor
ii.Impacto na rotina
iii.Prioridade de avaliação

Triagem virtual

Responda perguntas rápidas e leve um resumo objetivo para iniciar o contato pelo WhatsApp.

2 minutos

Etapa 1 de 4

Onde a dor mais limita sua rotina?

Escolha a opção que mais se aproxima do incômodo principal.

Etapa 2 de 4

Há quanto tempo você convive com isso?

O tempo de dor ajuda a entender a prioridade da avaliação.

Etapa 3 de 4

Como isso afeta o seu dia?

Escolha o impacto mais importante neste momento.

Etapa 4 de 4

Dados para registrar a triagem

Preencha os dados principais. O tempo de convivência, a dor selecionada e o status do lead serão registrados automaticamente.

Resultado da triagem

Seu caso merece uma avaliação clínica individualizada. Clique no link abaixo e fale com uma de nossas secretarias ou se preferir elas entrarão em contato com você em breve.

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A dor que escapa ao laudo

Quando o exame não explica o tamanho da sua dor.

Muitos pacientes chegam após diversas consultas e exames que não explicaram a dor que sentem. O laudo pode até não mostrar nada grave, mas ainda assim a dor segue ali.

A sua dor é real. E não cabe inteira em um laudo.

Ela aparece no sono picado, no que antes era simples e hoje pesa, no que foi sendo cortado da semana. Por isso, a consulta começa avaliando o padrão da dor, o quanto ela limita a sua vida e onde faz sentido intervir.

Da escuta à intervenção

Como o cuidado acontece.

i.

Escuta

Antes de qualquer conduta, a consulta começa pela sua história com a dor: quando começou, como evoluiu, o que piora, o que alivia e o que já foi tentado.

ii.

Mapeamento

A provável causa da dor é identificada a partir do exame físico, dos exames de imagem, do padrão das crises, das limitações no dia a dia e dos tratamentos já realizados.

iii.

Intervir na dor

Cada plano de tratamento é construído caso a caso. Pode envolver medicamentos, fisioterapia individualizada, procedimentos minimamente invasivos, terapias regenerativas e cuidado integrado — indicados conforme o diagnóstico e o padrão da dor.

iv.

Acompanhamento

As consultas de retorno são o momento de ajustar a conduta, sustentar os ganhos e manter o quadro sob controle ao longo do tempo — para que a sua rotina deixe de girar em torno da dor.

Para quem é este cuidado

Qual dor está limitando a sua rotina?

i.

Dor na coluna

Quando a coluna trava sem aviso, o treino fica para trás e a rotina passa a ser calculada em torno da dor.

Ver página sobre dor na coluna
ii.

Enxaqueca e dor de cabeça

Quando as crises ditam o que cabe no dia e o analgésico passa a fazer parte da rotina.

Ver página sobre enxaqueca
iii.

Artrose e dor nas articulações

Quando a dor nas articulações começa a reduzir o que a pessoa consegue fazer sozinha.

Ver página sobre artrose

Outros quadros que também podem ser avaliados: fibromialgia, dor neuropática e dor oncológica.

Dr. Gustavo Moura, médico da dor em João Pessoa/PB.

Médico da Dor · CRM/PB 9544 · RQE 5367 / 6295

Dr. Gustavo Moura.

Médico formado pela UFPB, com residência médica pela USP de Ribeirão Preto e pós-graduação em Dor pelo Hospital Israelita Albert Einstein.

Atende pessoas com dores crônicas e de difícil controle em João Pessoa/PB, presencialmente e por teleconsulta.

Na consulta, a dor é avaliada a partir da história do paciente, do exame físico, dos exames anteriores e do impacto que ela já tem na rotina.

Antes de qualquer indicação de tratamento, o primeiro passo é entender o que pode estar gerando a dor.

Conhecer o Dr. Gustavo
vi. Atuação · Sociedades Médicas · Avaliações

Reconhecimentos institucionais.

Atuação institucional

Hospital Napoleão Laureano

Coordenador do Serviço de Dor Oncológica

Afya Faculdade de Medicina

Professor da pós-graduação Clínica em Dor

Sociedades médicas

SBED

Sociedade Brasileira para Estudo da Dor · Membro

WIP

World Institute of Pain · Membro

LAPS

Latin American Pain Society · Membro

SBA

Sociedade Brasileira de Anestesiologia · Membro

Avaliações de pacientes

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